quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Vencendo a ansiedade na intimidade da oração



VENCENDO A ANSIEDADE NA INTIMIDADE DA ORAÇÃO

Quando Ele ensinou os discípulos sobre os princípios governantes da oração, deixou claro alguns aspectos importantes e práticos. Vamos ler Mateus capítulo 6 e os versículos 5 a 8:
v.5: “E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos [Gr.: phaino que sig.: “aparecer”; “brilhar”] pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão”.
v.6: “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto [1 Pd 3.4], te recompensará”.
v.7: “E, orando, não useis de vãs repetições [Gr.: battologeo, que sig.: “falar a mesma coisa repetidas vezes], como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos”.
v.8: “Não vos assemelheis, pois, a eles, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes”.

Quero considerar cinco proposições do SENHOR JESUS nestes versículos:
1ª Proposição - Não devemos fazer uso da oração para promover a nós mesmos, ou procurar brilhar, isto é aparecer. Oração é algo intimo.
2ª Proposição – A expressão “fechando a porta” espiritualmente falando significa “entrar para dentro de DEUS”. Nesta segunda proposição, o SENHOR JESUS nos ensina que orar é entrar em DEUS.
3ª Proposição – Olhe esta expressão: “Pai, que vê o que está oculto”, segundo o relato do apóstolo Pedro em sua primeira carta capítulo 3 e o versículo 4 é “interior do coração”; pois no original grego é o mesmo vocábulo, que é kruphaios que significa “interior”. Na oração DEUS vê o que está oculto no “interior do nosso coração”. Na oração nossas palavras devem revelar o que está no interior do nosso coração. Nesta proposição você pode perceber que oração é muito mais que palavras.
4ª. Proposição – O termo “vãs” dá idéia de “algo vazio”, “sem sentido” e “ineficaz”. Não podemos fazer da oração algo sem valor, sem sentido algum. Este é o ensino do SENHOR JESUS. Nossa oração não deve ser apenas um orar a DEUS e sim, um orar com DEUS.
5ª. Proposição – Não podemos fazer da oração o único instrumento para aquisição das coisas que suprem nossas necessidades diárias. O SENHOR diz: “vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes”. O SENHOR não proíbe que oremos para nossas necessidades diárias, o que Ele nos ensina é buscarmos a prioridade do reino. O termo aqui para necessário no grego é chreia, que significa: “carência”, “responsabilidade” e “negócio”. DEUS nosso bendito Pai celeste sabe de todas as nossas necessidades. Olhe os versículos 25 a 34 deste mesmo capítulo. Aqui você verá dois mandamentos do SENHOR JESUS: “não andeis ansiosos pela vossa vida” - (v.25); “não vos inquieteis dizendo: Que comeremos” - (v.31). A Palavra que o SENHOR JESUS usou aqui no original para “ansiosos” e “inquieteis” é o mesmo no grego: merimnao. Esta palavra significa: “angustia”, “aflição”, “inquietação”. O melhor antídoto para a ansiedade é a freqüente meditação sobre a bondade, o poder e a suficiência de DEUS. Richard Foster em seu livro A Celebração Disciplina diz: “Como JESUS deixou muito claro em nosso texto central, estar livre de ansiedade é uma das provas interiores de que estamos buscando o reino de DEUS em primeiro lugar”.

Fonte: https://www.facebook.com/luiz.fontes.12/posts/1014113028612859

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